Archive for the 'Impressões' Category

Baú do Sá Reston - Duas Composições (ou quase isso)

Baú

Olá,

no post de hoje, coloco à disposição dos amigos do blog duas composições minhas que fazíam parte do repertório do Acuri, mas foram abandonadas. Por acaso, as duas me remetem à lembranças da infância, ou ao meu incessante desejo irrealizável de poder viver novamente aquele período tão vivo na minha mente e em minhas memórias. Mas é por acaso mesmo… Espero que gostem!

A primeira - “Infância” - traz um trecho de uma gravação de estúdio que fizemos com o Acuri e acabamos abandonando. Mas como gosto dessa música e achei que a primeira exposição do tema ficou bonita, resolvi compartilhar com vocês:

Infância


Cacá Guifer (flauta), Davi Mello (violão), Roberto Kauffmann (cavaquinho), Sá Reston (teclado, pandeiro e triângulo)

A segunda se chama “Tamarindo”, e foi retirada de uma gravação ao vivo do Acuri no Clan Café, em dezembro de 2006. Acabamos aproveitando outras faixas no nosso material de divulgação e essa foi deixada de lado. Assumo que é uma música bem esquisita, por isso mesmo resolvi postá-la. Quem entender alguma coisa pode ficar preocupado e ir pensando em se internar…

Tamarindo


Cacá Guifer (flauta), Flávio Rigoni (sax alto), Davi Mello (guitarra), Pedro Carneiro (piano), Sá Reston (baixo), Roberto Kauffmann (bateria)

Depois me diz o que achou… Grande Abraço!!

Esse post é dedicado à minha mãe, Nizete Sá Reston, meu orgulho e meu tesouro, a quem devo absolutamente tudo. Parabéns, Mama!!

Marcos Amorim - Poesia na Guitarra Brasileira

Marcos Amorim - Divulgação

Olá,

no post de hoje, gostaria de recomendar o trabalho de um grande músico, que além de grande artista, foi e é um grande mestre pra mim.

Procurei o compositor/guitarrista/violonista Marcos Amorim em 1999 para ter aulas de improvisação e violão, e suas lições acabaram superando esses tópicos, que se tornaram ponto de partida para outros ensinamentos, muito mais importantes.

Marcos sempre ressaltava a importância de se buscar uma voz e um fraseado próprios, que não se tente copiar outros músicos, postura que não é recomendada pela maioria dos “professores” de improvisação que se encontram na praça. A maioria dos livros e métodos sobre o assunto apontam para o caminho da cópia como essencial para o aprendizado da arte de improvisar. O Marcos Amorim não foi o primeiro a defender essa outra posição, mas uma coisa é o cara falar, outra coisa é o cara falar e te mostrar como é que se faz.

Outra coisa que ele sempre enfatizava é a importância da composição, da harmonia, e a noção de que o que se costuma chamar improvisação (solos) deve ter seu peso dentro da música, e não se tornar a razão de ser dela. Ser músico é buscar o novo, novas sonoridades, novos acordes, novas paisagens, além da tentativa de imprimir uma marca, uma visão pessoal. E essa busca se dá, muitas vezes, através da composição. Espero ter sido bom aluno…

Mas o objetivo do post é apresentá-los ao som do Marcos Amorim, para isso coloco à disposição (para audição apenas, sem download) 6 belas composições que retratam diversos momentos de sua carreira. As 3 primeiras foram gravadas mais recentemente, as 3 últimas são mais antigas. Para todas as informações, use um dos links abaixo.

Como poderão perceber, Marcos desenvolveu uma concepção muito pessoal, sempre com temas e arranjos maravilhosos e improvisações cheias de inspiração e dosadas com total bom gosto. Como em tudo que se ouve, muitas referências estão presentes, mas o som é totalmente pessoal, rapidamente reconhecível.

Waterfall

Homenageando Garoto

Trenzinho pra Vera Cruz

Pro Tomás

O Pescador

Dona Anna

Para informações completas, discografia, compra de CDs e outros, visite o Site Oficial
Marcos Amorim no Myspace

Essas idéias e sons tiveram grande impacto na minha formação como músico. Portanto,  esse post é uma reverência ao artista e um agradecimento ao mestre. Muito obrigado, Marquinho!! Para finalizar, uma rápida história:

Durante o tempo em que estudei com o Marcos, frequentava um curso de harmonia que era dedicado quase que exclusivamente a analisar funcionalmente músicas conhecidas. Coversando com ele em sua casa (que ficava em uma ladeira no Cosme Velho que é cenário de livros do Machado de Assis), confuso com esses procedimentos e com as reais possibilidades de que pudessem me ajudar a compor (que no meu entender eram nulas), ele falou o seguinte:

“Análise só serve pra estudar depois que tá pronto. Esquece isso tudo, música você compõe um acorde, depois outro acorde… Não tem essa de análise, faz assim: um acorde, depois o outro… Isso vira um trecho. Então você faz um trecho, depois o outro…”

A partir daí não parei mais…

Mike Portnoy - Bateria Progressiva em Constante Evolução

Olá,

no post de hoje, gostaria de falar sobre um grande músico, o baterista norte-americano Mike Portnoy[bb] . Mais conhecido por seu trabalho no Dream Theater[bb], Portnoy é um músico que conquistou, como todo grande artista, uma voz pessoal em seu instrumento. Creio ser esse o que mais admiro nele, além de seu domínio técnico impressionante e sua criatividade e facilidade para tocar sobre compassos incomuns. Como se não bastasse tudo isso, Portnoy é declaradamente obsessivo por música, característica com a qual me identifico muito :–)

Além de ser a grande mente por trás das ações do Dream Theater - ele criou um selo (Ytse Jam Records) pelo qual lança uma série de discos ao vivo e com raridades do grupo (os “official bootlegs”) e dirige todos os home-videos (não os clipes) da banda - o baterista participa em inúmeros projetos paralelos (como O.S.I., Liquid Tension Experiment, Transatlantic e vários outros) e tem uma extensa série de DVDs de bateria[bb] que registram as gravações/execuções de suas partes nos discos do Dream Theater.

O primeiro video (dividido em dois) que escolhi para exemplificar a maestria do estilo de Portnoy traz ele e seus comparsas do Dream Theater tocando “Instrumedley”, um arranjo impressionante de várias peças instrumentais do grupo. Isso é uma coisa que o DT faz com frequência, músicas são sempre re-arranjadas e re-agrupadas, trechos são adicionados ou retirados, temas são emendados e etc. Mais uma vez queria destacar, não só a técnica, mas a memória impressionante desses caras e a facilidade que tem para assimilar e executar peças e mudanças deste tipo. Apesar da dificuldade do material, é fácil perceber o quanto Portnoy se diverte tocando.

O segundo video faz parte de um dos DVDs de Portnoy[bb] (”Drumavarium”), onde temos apenas ele no estúdio, executando a música “Panic Attack”, do CD “Octavarium” de 2005. Como só temos o baterista em ação, podemos observar de perto e com detalhes o estilo desse grande músico.

Visite o Site Oficial
Dream Theater
Mike Portnoy no Wikipedia

Espero que gostem!!

João Sánchez

O Baile - Xilogravura de João Sánchez

Olá,

gostaria de apresentá-los ao trabalho de um grande artista (xilogravura[bb] /desenho[bb]) que tenho orgulho em conhecer, João Sánchez. João é carioca radicado em Madri, e publica alguns incríveis trabalhos em seu blog.

 http://grabadoygravura.blogspot.com

Lá você encontra maravilhas como a xilogravura acima, “O Baile” da série “Carnaval”, de 2007. Certamente vão gostar muito do que encontrarão por lá…

 Grande Abraço!!

Project Playlist.com - Social Music Experiment

www.playlist.com

No post de hoje, gostaria de recomendar um site bem bacana, continuando o que comecei no post “Para os Órfãos do Pandora”. Na verdade, trata-se de um site na linha do Lastfm.com (social music network), onde é possível buscar músicas e artistas e criar playlists de acordo com o gosto pessoal do usuário. O Project Playlist.com não possui os recursos para encontrar artistas/músicas similares como o Pandora, na verdade o site funciona quase como um Orkut musical, em que usuários criam playlists e comportilham as mesmas através de uma rede social, que funciona da mesma forma que qualquer outro site de relacionamento.

O que me atraiu no Playlist.com foram as possibilidades de compartilhamento das playlists. É possível inserí-las (embed) em qualquer site ou blog normalmente, mas o sistema permite que as mesmas sejam abertas nos programas padrão para audição de música,  Windows Media Player e Real Player. Ideal para donos de blogues que usam o WordPress ou outra plataforma que não aceite a inserção de scripts, ou para quem quer poupar seus ouvintes de ter que instalar algum plug-in indesejável, o que garante que as suas seleções musicais serão abertas e ouvidas sem problemas.

Outro diferencial do site é que ele busca links de músicas que estão espalhados pela rede, e não em seus próprios servidores. Isso facilita a inserção, por parte dos usuários, de músicas ao sistema, muito mais aberto que nos outros sites que recomendei anteriormente.

Criei uma playlist com algumas músicas do Dream Theater que encontrei por lá para que possam ver como funcionam as playlists abertas no Windows Media Player.

Ouça Aqui

Como podem ver, inúmeras opções estão sendo criadas nesse campo, basta que cada um encontre a forma que mais lhe agrada. Espero que essa também seja útil!! 

É Chuva Que Vai, É Vida Que Vem…

Chuva 

Pois é, pela ventania que resolveu dar as caras aqui no Rio, vai chover, e  muito. Só espero que a chuva (se é que ela vem) leve embora o desânimo, o cansaço e (principalmente) a falta de grana…

Last FM e Musicovery - Para os órfãos do Pandora

Last FM

Olá,

Muitos de vocês provavelmente conhecem ou já ouviram falar do Pandora. Para os que não conhecem, trata-se de um site que, além de disponibilizar milhares e milhares de músicas dos mais variados artistas para audição, criou um sistema que permite que você crie uma “rádio” (ou várias) de acordo com seu gosto musical. O sistema funciona assim: você digita o nome de um artista e o site busca músicas dele para que você possa ouvir. A partir desse artista inicial, o site busca músicas de artistas semelhantes e permite ao usuário que refine e personalize o repertório que quer ouvir, através de um sistema simples de cotação de cada faixa. É simples, se gostou ou não do que ouviu, você clica no botão correspondente e o site vai, através de suas preferências e cotações, refinando sua programação e excluindo os sons que você não gosta.

O problema é que o Pandora não conseguiu enquadrar seu sistema nas leis de direitos autorais de alguns países, entre eles o Brasil. Com isso, não é mais possível acessar o site em terras tupiniquins. Para os internautas que gostavam do sistema criado pelo Pandora, encontrei dois sites que criaram sistemas parecidos e muito bons, ambos com gigantesco acrevo de músicas e artistas e com interfaces muito inteligentes e fáceis de usar.

O Last FM tem um sistema bem parecido com o do Pandora. Através de um artista inicial ou de rádios criadas por outros usários, começa a busca pelos sons desejados, com resultados altamente satisfatórios e com o já usual sistema de cotações. O site tem um grande atrativo que é a facilidade que se tem para inserir suas estações personalizadas em blogs, páginas, etc…

O Musicovery tem um sistema mais complexo, mas altamente funcional e atraente. Ao entrar no site, o usuário se depara com uma tela (semelhante a um iPod) em que seleciona os estilos que quer ouvir. É possível escolher uma série de outros atributos (como década, optar por hits ou músicas desconhecidas, e o andamento e clima das músicas). A partir daí, são  criadas árvores genealógicas musicais, e o usuário realiza sua busca de forma simples e direta. Mais uma vez, suas cotações vão indicar ao site o que você está querendo ouvir exatamente.

Com essas facilidades, é difícil não encontrar os sons que estamos procurando. Aproveite as novas ferramentas para descobrir novidades ou ouvir aquele artista que você sempre ouviu falar mas não teve oportunidade ainda. Simplesmente dê um start e divirta-se!

Grande Abraço!

Musicovery

Heavy Metal Levado a Sério

Sei que a maioria dos amigos do blog conhece minha falta de pudores e preconceitos quando o assunto é música (apesar de muita gente pensar que só música instrumental brasileira frequenta meu iPod). Pois nesses últimos dias passei por um bem-vindo e saudável revival das músicas que ouvia quando comecei a tocar contrabaixo. Como a grande maioria dos baixistas da minha geração, comecei a me envolver com o instrumento e com música de forma mais intensa através do Heavy-Metal, estilo que exerce atração irresistível sobre alguns jovens, especialmente aqueles com propensão ao subversivo, politicamente incorreto e - em especial - à revolta, cansados das propagandas de margarina na TV e das dores-de-corno e outras baboseiras da famigerada música pop. Estudando em um tradicional colégio de freiras do RJ (ao lado de muitos alunos igualmente tradicionais), naturalmente esse era o meu perfil, e a história não foi diferente.

Sei que o Heavy Metal[bb] é associado à cruzes invertidas, chifrinhos, caveirinhas, calças de lycra(!) e outras esquisitices, mas tenho uma convicção de que o fascínio que ele exerce sobre os jovens (e jovens músicos) não é gratuito. Antes de seguir, gostaria de falar que sei que esse tipo de consideração é sempre muito pessoal, portanto gostaria de lembrar que  essas idéias não passam de despretensiosas impressões sobre as quais gosto de escrever aqui no blog.  

Claro que o grotesco e carnavalesco do Metal (é possível se ouvir as vozes agudas associadas ao estilo ao pronunciar a palavra) vem incluido no pacote, mas penso que existem outras razões para o seu appeal. Além do alto nível de decibéis e distorção, muitas bandas de metal são formadas por músicos virtuosos, altamente capacitados em seus instrumentos, habilitados a produzir desde malabarismos sem propósito a momentos (eternos para os fãs) de grande inspiração e intensidade. Muitos deles são reconhecidos tanto quanto os vocalistas, o que já torna a posição de instrumentista em uma banda mais atraente aos jovens músicos. Muitas vezes as músicas são complexas para os padrões radiofônicos, com longas seções instrumentais altamente trabalhadas e diversas mudanças de clima durante as faixas, algo quase invisível na música pop, especialmente a partir dos anos 80. Esses fatores musicais certamente são irresistíveis para um jovem que engatinha com um instrumento nas mãos.

Mas não é só isso. Se pegarmos os dois discos mais importantes produzidos no final da década de 80, passados os anos (incríveis) mais “mitológicos” da New Wave of British Heavy Metal, “Rust in Peace” do Megadeth[bb] e “And Justice for All” do Metallica[bb], encontramos - além de conteúdo musical denso e altamente bem trabalhado e refinado para os padrões da música pop - um conteúdo nas letras que derruba não só os clichês que perseguem os adeptos do estilo, mas em última instância o esteriótipo do jovem alienado e consumista, preso à rotina previsível da “suburban family life”. Curiosamente, ambos os grupos são de Los Angeles - Califórnia, considerada a Roma do glamour, da vaidade e da fama (basta lembrar de Hollywood), num país onde os jovens são conhecidos por saber pouco mais que nada a respeito de coisa nenhuma.

andjusticeforall.jpg ”And Justice for All…”, de 1988, traz em suas letras diversas questões altamente atuais, como o desepero dos jovens frente a uma vida de plástico e sem perspectivas,  ataca as formas como a balança da justiça tem um equilíbrio (ou falta de) curioso em terras norte-americanas, e discorre sobre a destruição do planeta e como o poder não está nem aí pra tudo isso. 

Frayed Ends of Sanity

copmegadeth06.jpg“Rust in Peace”, de 1990  é ainda mais contundente e atual. Criado às vésperas da Guerra do Golfo, o disco é uma viagem quase conceitual sobre o tema. Seus personagens e histórias retratam um universo populado por chefões da guerra apertando botões sentados em luxuosos escritórios, fraticídio, guerra santa, estações militares onde se despejam rios de dinheiro,  armas químicas, a supremacia de algumas nações sobre as outras e a influência que a grana tem em tudo isso. Claro que tudo sob o ponto de vista apocalíptico que se espera do Heavy Metal, mas tudo muito bem colocado.

Holy Wars

Creio que esse papel contestador político e musical (com os limites e alcances que a música pop tem e deve ter, é claro) foi muito bem representado por alguns grupos de Metal durante os anos 80 (me vem em mente o grande Anthrax, de NY). Os grunges que vieram depois estavam mais preocupados em injetar heroína e relatar seus dramas a respeito de suas deficiências emocionais em tom adolescente e essa turma faz escola até hoje no chamado Nu-Metal. E a música pop segue aparentando viver no mesmo planeta cor-de-rosa e monótono que vemos há tanto tempo nas propagandas de margarina sem colesterol.

Eu avisei que a gente ia levar o lance a sério mesmo :–) Talvez mais do que o assunto mereça… Como disse antes, sei que esse tipo de análise (se é que pode se chamar assim) é sempre duvidosa, alguém tentando falar de forma mais séria sobre rock e música pop - penso naqueles programas da TV a cabo em que doutores falam sobre discos clássicos de rock -  mas como disse antes, são só impressões… Grande Abraço!!

Não vi Pelé, mas…

Marta Seleção Brasileira 

Que Pelé que nada, sou muito mais a Marta!

Como já relatei em outro post, sou fã incondicional da Seleção Feminina. E como prefiro não comentar a grandeza do que elas fizeram na China hoje pela manhã contra a seleção americana, deixo aqui alguns ótimos videos do jogo, todos do site Globoesporte.com.

Só para que fique registrado: as americanas são as atuais campeâs do mundo e das Olimpíadas. E, dando show, metemos 4 X 0 nas nossas maiores e mais poderosas rivais. Pois é, meus amigos… Futebol arte existe, é bom e a gente gosta!! Que as mulheres não cansam de tentar (e conseguir) melhorar o mundo já era sabido. Agora chegou a vez do “velho e truculento esporte bretão” …

Assista a pintura que a Marta fez em cima das americanas Aqui

Ou os (muitos) melhores momentos do jogo Aqui.

Saiba tudo sobre a goleada Aqui (Textos detalhados e inúmeros outros videos).

Pois é, pelo jeito domingo é dia de festa…

Curta Metragem - Ilha das Flores 1989

Se por alguma obscura razão você não tiver assistido esse curta-metragem ainda, por favor o faça. Não só pelo relato, mas pelo formato - experimental (sem ser non-sense), engajado e muito bem realizado com pouquíssimos recursos -  assisti no colégio quando estava na 6a série, e nunca mais me esqueci. Pode parecer lugar comum para alguns, mas sei que muita gente que já assistiu, gostaria de rever. Além disso, fica a recomendação do Porta Curtas Petrobras, muita coisa bacana pra se assistir por lá. Aqui está a sinopse do curta no site:

“Um ácido e divertido retrato da mecânica da sociedade de consumo. Acompanhando a trajetória de um simples tomate, desde a plantação até ser jogado fora, o curta escancara o processo de geração de riqueza e as desigualdades que surgem no meio do caminho.”

Assista Aqui

Direção - Jorge Furtado
Elenco - Ciça Reckziegel
Ano - 1989
Duração - 13 min
Produção - Mônica Schmiedt, Giba Assis Brasil, Nôra Gulart
Fotografia - Roberto Henkin, Sérgio Amon
Roteiro - Jorge Furtado
Edição - Giba Assis Brasil
Direção de Arte - Fiapo Barth
Trilha original - Geraldo Flach
Narração - Paulo José

Grande Abraço!

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